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Quarta-feira, 24 de Junho de 2009

Diáconos, presbíteros, pastores, bispos e apóstolo

Por Gabriel Louback



Joel Vieira da Silva mora em Florianópolis há 16 anos. Até pouco tempo jogava bola toda semana, com os amigos. De vez em quando, pega uma praia no final de semana e agora, com o nascimento da primeira neta, parece não faltar mais nada. Em 54 anos de vida já morou no Mato Grosso, em São Paulo e no Paraná. Sua segunda-feira começa com um sonho de vários trabalhadores: folga. Isso porque no dia anterior trabalhou até às 22h. Joel é pastor da 1ª Igreja Presbiteriana de Florianópolis, de denominação cristã protestante.

Sua rotina é basicamente a mesma de milhares de outros pastores presbiterianos. Dedica uma parte de seu dia ao estudo da Bíblia. Nas tardes de terça a quinta, tem expediente na igreja, atendendo àqueles que o procuram para aconselhamento. Às sextas visita idosos e enfermos da comunidade. Sábado é dia de fazer casamentos e participar de eventos dos diversos grupos da igreja. A semana termina no domingo com os três cultos liderados pelo Pastor Joel.

Pastores presbiterianos
Como pastor presbiteriano, Joel teve que passar por um seminário específico, mas nos moldes dos que os os padres católicos frequentam. Segundo as últimas estatísticas da Igreja Presbiteriana do Brasil, em 2003, havia 3.162 pastores para 2.304 igrejas, um cenário tão difícil quanto o mercado de trabalho no Brasil. O "processo de seleção" é mais difícil do que em muita multinacional com seus programas de trainee. Se algum membro da igreja presbiteriana tem a intenção de ser pastor, ele deve comunicar a intenção ao Conselho (grupo de pastores e presbíteros que administram uma igreja) e, durante três anos, é acompanhado, observado e avaliado por esse grupo. Caso seja aprovado, é encaminhado ao Presbitério (reunião de pastores de uma região e seu respectivo presbítero) para nova avaliação.

Daí passa por exames médicos e psicológicos antes de ser encaminhado ao seminário. Lá, ele aprende grego e hebraico - línguas em que foram escritos, respectivamente, Novo e Velho Testamento -, estuda História, Filosofia e Teologia. Depois de quatro anos, adivinha? Não, ele ainda não é pastor. Como bacharel em Teologia, ele deve apresentar uma tese sobre um ponto teológico e uma exegese, um trabalho de análise de uma passagem da Bíblia, na língua original em que foi escrita. Depois disso, o bacharel torna-se licenciado.

Segundo o Reverendo Ageu Cirilo de Magalhães Júnior, diretor do Seminário Teológico Presbiteriano Reverendo José Manoel da Conceição [JMC], o processo de licenciatura pode durar até dois anos. "Neste período, o licenciado é encaminhado a um trabalho prático que será muito parecido com o pastorado em si. Nestes dois anos ele será observado no campo de atuação para que o Presbitério averigue se ele pode ser pastor mesmo. Ao final deste período ele retorna ao Presbitério", conta o Rev. Ageu. Só após a licenciatura, pode-se marcar a data da ordenação, ou seja, o dia em que torna-se pastor.

Mas e esse "Reverendo" ali em cima? O próprio Ageu responde: "Reverendo nada mais é que um pronome de tratamento. Assim como é respeitoso dirigir-se a um deputado com 'Vossa Excelência' é de bom tom tratar um pastor, ou líder religioso de forma geral, com o pronome 'Reverendo'. Todavia, poucas igrejas tem o costume de chamar seus pastores de Reverendos". Muitas igrejas chamam não só de pastor, mas também de bispo e apóstolo. É o caso da Igreja Apostólica Renascer em Cristo.

Diáconos, presbíteros, pastores, bispos e apóstolo
Na Igreja Presbiteriana também há diáconos e presbíteros. Porém, não há uma correlação entre um e outro. A função do diácono é a mesma tanto na Igreja Presbiteriana, como na Igreja Renascer: auxiliar nos serviços feitos dentro da igreja, como infraestrutura e logística. O diácono ajuda a preparar a ceia, recebe os visitantes, indica lugares vazios e dá informações aos fiéis. A diferença é de que na Renascer, para o membro chegar a ser pastor, ele deve primeiro passar pela diaconia e ter sido presbítero, nessa ordem. As duas igrejas são cristãs protestantes, mas com doutrinas diferentes. Esse é o detalhe que diferencia a maioria das igrejas protestantes entre si, como a Batista, Metodista, Quadrangular, Assembléia, Renascer, Universal e por aí vai. Não chegam a ser religiões diferentes, mas denominações diferenciadas, cada uma com sua doutrina, com relação ao batismo, ceia, casamentos e questões espirituais.

Mas voltemos ao princípio. Digamos que você seja membro da Renascer e tem atuado na igreja de forma significativa, auxiliando o andamento da comunidade. Sem cargo definido, pode ser convidado a ser diácono e oficializar o que já tem feito. Há quem goste de ficar no cargo e se identifique com ele, mas há quem desenvolva outras áreas de atuação, como o estudo da Bíblia e atividades que lidem mais com a espiritualidade das pessoas da comunidade. Originalmente, os presbíteros eram os anciãos das igrejas no início do cristianismo. Na Renascer, são como co-pastores, ou seja, líderes que estão se preparando para o passo seguinte, ser o pastor que lidera uma igreja local. Depois vem o bispo e, por fim, o apóstolo.

O bispo tem as mesmas funções que os pastores, mas também trabalha na parte administrativa da comunidade. O Bispo Kléber Eduardo Falconi explica que também faz parte do trabalho ser pastor de pastores. Além disso, por ser bispo, é o responsável por várias igrejas dentro de uma região.

O processo para se tornar um pastor ou bispo não é mais fácil do que na presbiteriana. O interessado também passa por uma espécie de seminário, chamado Curso Escola de Profetas, na qual o Bp. Kléber é professor e instrui os que aspiram ao pastorado. Apesar do nome 'profeta', não existe essa nomenclatura para líderes da Renascer. O grau máximo de hierarquia na igreja é o de apóstolo, no caso, o do Apóstolo Estevão Hernandes. O Bp. Kléber explica porque Hernandes é o único a ter esse título. "Na verdade, não é algo premeditado. A nomeação de um apóstolo acontece mais pela necessidade que vemos dele atuar, naquele contexto. O apóstolo não prega a Renascer ou qualquer outra igreja, mas apenas Jesus Cristo".

Pastores? Apóstolo? Padre?
A Igreja Presbiteriana do Brasil não aceita o nome 'apóstolo' como denominação porque, para eles, o apóstolo é quem andou com Jesus e viu a ressurreição de Cristo. Apenas o apóstolo Paulo (ou São Paulo, para os católicos) que foi instituído com esse nome. A Bíblia conta que Paulo foi abordado por Jesus, que já havia ressuscitado, e o chamou para ser seu discípulo. Por isso, ele foi considerado um dos apóstolos, pois foi instruído pelo próprio Jesus. Mas a Renascer não vê problema em nomear alguém como apóstolo, baseando-se também na Bíblia, em que Barnabé, outro cristão, teria sido enviado para pregar aos que não conheciam a Cristo.

Assim acredita também o Padre Marcelo Jordan Vaz da Silva. A Igreja Católica considera que os primeiros padres foram os próprios apóstolos. Só depois surgiram os padres propriamente ditos, a partir de São Justino. Padre, do latim Pater, significa 'pai', na concepção religiosa da palavra. Para o padre, a vocação para o ministério já nasce com a pessoa e ela apenas se desenvolve ao longo dos anos.

Assim aconteceu com ele que era coroinha e ajudava o padre local a realizar missas na cidade de Curvelo, Minas Gerais. Um privilégio para a região, já que há lugares no Brasil em que o padre marca apenas um dia do ano para realizar todos os ofícios de uma só vez. Nas populações ribeirinhas, no Amazonas, casamento, batismo, ceia, missa e o que mais tiver são marcados no mesmo dia e oficializados pelo padre, que vai lá uma vez ao ano.

Em São Paulo a história é diferente. Na paróquia Nossa Senhora de Lurdes, na Pompéia, onde o Pe. Marcelo é pároco, há missa todos os dias. A folga dele é na quarta-feira, dia em que um padre convidado celebra a missa. "O ideal seria que o católico fosse à igreja todos os dias, mas sabemos que não é possível", conta. Sobre o chamado para o sacerdócio, ele diz orgulhoso: "Para ser padre, a vida sacerdotal passa primeiro pelo coração da mãe do candidato, assim como aconteceu com Santa Mônica, mãe de Santo Agostinho, e assim foi comigo".

Algumas denominações fazem uso dos nomes para validarem suas posições na hierarquia. Dessas diversas comunidades, não há uma igreja que centralize ou defina regras para todas as demais, como acontece com a Igreja Católica. Cada igreja utiliza o termo que acha melhor. Pastor, padre, presbítero, bispo, apóstolo, profeta, gideão ou o que for. Ao me despedir do Pe. Marcelo, sem querer soltei um "Obrigado, pastor". Peço desculpas e explico que conversei muito com pastores e confundi. Ele diz que não tem problema, já que é a mesma coisa, só muda o nome. A mesma coisa, aliás, foi o que disseram o padre e o pastor presbiteriano: "Deus te abençoe, meu filho, a sua profissão e a sua família". Obrigado, pastor. E padre.

Terça-feira, 2 de Junho de 2009

Carta ao Apóstolo Paulo

Há muito não tenho publicado em nosso blog. hoje encontrei um texto relevante sobre questões que tenho estudado. Mas não escrevi a matéria, e sim inseri a matéria de um outro blog o http://andrekerigma.rhemajire.com/?p=281 - portanto, todos os direitos de texto são deles, retransmito aqui para que vidas DENTRO das chamadas "igrejas" sejam alertadas e salvas.
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Amado apóstolo Paulo:

Estou escrevendo para colocá-lo a par da situação do Evangelho que um dia você ajudou a propagar para nós gentios, e que lhe custou a própria vida. As coisas estão muito difíceis por aqui. Quase tudo o que você escreveu foi esquecido ou deturpado.

Você foi bastante claro ao despedir-se dos irmãos em Éfeso, alertando que depois de sua partida lobos vorazes penetrariam em meio à igreja, e não poupariam o rebanho [1]. Palavras de fato inspiradas, pois isso se concretiza a cada dia.

Lembra-se que você escreveu ao jovem Timóteo, que o amor ao dinheiro era a “raiz de todos os males”[2]? Quero que saiba que suas palavras foram invertidas, e agora se prega que o dinheiro é a “solução” de todos os males.

Também é com tristeza que lhe digo que em nossa época ninguém mais quer ser chamado de pastor, missionário ou evangelista, pois isso é por demais humilde: um bom número almeja levar o título de apóstolo. Sei que em seu tempo, os apóstolos eram “fracos… desprezíveis… espetáculo para os homens… loucos… sem morada certa… injuriados… lixo e escória” [3].

Agora é bem diferente. Trata-se de uma honraria muito grande: acercam-se de serviçais que lhes admiram, quando viajam exigem as melhores hospedarias e são recebidos nos palácios pelos governantes.

Eles não costumam pregar seus textos, pois você fala muito da “Graça” e da “liberdade que temos em Cristo” [4]. Isso não soa bem hoje, pois a Igreja voltou à “teologia da retribuição” da Antiga Aliança (só recebe quem merece), e liberdade é a última coisa que os pastores querem pregar à suas ovelhas.

Você não é bem visto por aqui, pois sempre foi muito humano, sem jamais esconder suas fraquezas: chegou até reconhecer contradições internas, dizendo que não faz o bem que prefere, mas o mal, esse faz [5].

Eles não gostam disso, pois sempre se apresentam inabaláveis e sem espinhos na carne como você. A presença deles é forte, a sua fraca [6], eles são saudáveis, você sofria de alguma coisa nos olhos [7], eles jamais recomendariam a um irmão tomar remédio, como você fez com Timóteo [8], mas aqui eles oram e determinam a cura – coisa que você nunca fez.

Você dizia que por amor de Cristo perdeu “todas as cousas” considerando-as refugo [9]. As coisas mudaram, irmão. Agora cantamos: “Restitui, quero de volta o que é meu!”.

Vivo em uma cidade que recebeu o seu nome, e aqui há um apóstolo que após as pregações distribui lencinhos vermelhos encharcados de suor, e as pessoas levam pra casa, como fizeram em Éfeso, imaginando que afastarão enfermidades [10].

Sim, eu sei que você nunca ordenou isso, nem colocou como doutrina para a igreja nas epístolas, mas sabe como é o povo….

Admiro sua coragem por ter expulsado um “espírito adivinhador” daquela jovem [11], embora isso tenha lhe custado a prisão e açoites. Você não se deixou enganar só porque ela acertava o prognóstico. Hoje há uma profusão de pitonisas e prognosticadores no meio do povo de Deus, todavia esses espíritos não são mais expulsos, ao contrário, nos reunimos ansiosos para ouvir o que eles têm a dizer para nós.

Gostaria de ter conhecido os irmãos bereanos que você elogiou. Infelizmente, quase não existem mais igrejas como as de Beréia, que recebam a palavra com avidez e examinem as Escrituras “todos os dias para ver se as coisas são de fato assim”[12].

Tem hora que a gente desanima e se sente fragilizado como Timóteo, o seu companheiro de lutas. Mas que coisa bonita foi quando você o reanimou insistindo para que reavivasse “o dom de Deus” que havia nele [13].

Estou lhe confessando isso, pois atualmente 90% dos pregadores oferecem uma “nova unção” para quem fraqueja. Amo esta sua exortação, pois você ensina que dentro de nós já existe o poder do Espírito, dado de uma vez por todas, e não precisamos buscar nada fora ou nada novo!

Nossos cultos não são mais como em sua época, onde a igreja se reunia na casa de um irmão, havia comunhão, orações, e a palavra explanada era o prato principal…. as coisas mudaram: culto agora é como fosse um show, a fumaça não é mais da nuvem gloriosa da presença de Deus, mas do gelo seco, e a palavra é só para ensinar como conseguir mais coisas do céu.

O Espírito lhe revelou que nos últimos tempos alguns apostatariam da fé “por obedecerem a espíritos enganadores” [14]. Essa profecia já está se cumprindo cabalmente, e creio que de forma irreversível.

Amado apóstolo, sinto ter lhe incomodado em seu merecido descanso eternal, mas eu precisava desabafar. Um dia estaremos todos juntos reunidos com a verdadeira Igreja de Cristo.

Maranata!
Pr. Daniel Rocha

endereçamento das citações acima:
[1] At 20.23[2] 1Tm 6.10[3] 1Co 4.-9-13[4] Gl 2.4[5] Rm 7.19[6] 2Co 10.10[7] Gl 4.13-15[8] 1Tm 5.23[9] Fp 3.8[10] At 19.12[11] At 17.18[12] At 17.11[13] 2Tm 1.6[14] 1Tm 4.1

Quarta-feira, 4 de Março de 2009

ÚLTIMAS DA ITÁLIA....


Recebemos as últimas notícias do Pastor Flávio Guaratto, diretamente da Itália, e as publico aqui (clique na imagem acima para ler).


Sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2009

A MORTE DA IGREJA BRASILEIRA...


Não se preocupe com a afirmação, ou melhor, com a colocação acima.

Não raramente ouço falar da morte da igreja brasileira (entenda que igreja aqui diz respeito à igreja evangélica, especificamente) e que este é um movimento natural e até esperado pelos "especialistas" pois assim aconteceu e acontece na Europa, com suspiros de um refortalecimento, mas que ainda engatinha na sua reestruturação.

Mas será que estamos no vácuo do movimento da igreja européia? Porque deveremos aceitar esta informação como uma condição pré-estabelecida e também como algo que não pode ser mudado, excluído?

Se isso é uma verdade eu tenho uma resposta convincente para tal: se a igreja no Brasil está de fato morrendo é porque isso é vontade de Deus.

Parece contraditório e totalmente sem sentido, mas podemos fazer uma leitura da igreja como se fosse uma pessoa. Em diversos momentos passamos por lutas e desafios em nossas vidas, especialmente na condição de Cristãos, quando então tomamos consciência de nossa dependência de Deus.

Junto a esta dependência vem também a obediência que é tão importante, mas com ela vem também a desobediência, pois para andar 100% na linha só Jesus mesmo. Não estou assumindo publicamente que sou um pecador. Mas se Deus não é por mim, ninguém mais será. Ou seja, Deus me livra diariamente de toda e qualquer derrapada social, econômica, familiar, fraternal, etc... então só Ele é capaz de me conter em um pensamento minimamente pecaminoso ou também quando ando acima da velocidade máxima em uma via pública.

Por tanto todos somos sujeitos a cometer erros, pecados, quando por exemplo deixamos até mesmo de orar por alguém após um chamado claro de Deus.

Voltando ao fim da igreja no Brasil, se traçarmos um paralelo entre a igreja e uma pessoa, provavelmente o que pode estar acontecendo é o mesmo: uma igreja ingrata, cheia de manias inconsceqüentes, lotada de favores desfavoráveis, marcada pela inveja e malediscência entre os irmãos. Com tudo isso, é mesmo o fim.

Da mesma forma que vemos homens e mulheres sendo tratados (e todos aqui nos encaixamos nisso, até mesmo o mais 'santo' dos cristãos) a igreja também pode viver seu desertinho.

Mas meu Deus do céu!! Igrejas no deserto? Sim, e aqui no Brasil.

Eu particularmente oro pra que tudo dê certo, pra que tudo vá bem - não sou nem doido de orar contra...hhehhehee - mas este julgo em relação à igreja, se vai para o desertinho ou se fica numa "nice" (numa boa) cabe somente, e tão somente à Deus.

Não nos cabe nem mesmo pensar se a igreja vai acabar, se irá sumir do mapa, se prédios serão fechados, se cristãos serão queimados... Deus está no controle.

Como ouço alguns irmãos do caminho dizer: Deus é craque!!!

Então, façamos o que Deus tem mandado e sejamos completos em Cristo!!!

no amor do Pai e até a próxima,
Paulo Rogério.

Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009

VÍDEO de Missionários - Sal da Terra Goiânia (fev2009)

Jonathan Rugna shot this video while he was on a mission trip at Children's International Lifeline in LaDigue, Haiti. He spent the night in one of the poorest houses in our village where a family of 10 people sleep. www.childrenslifelilne.com


Segunda-feira, 17 de Novembro de 2008

Jesus te ama!!!

Olá leitores do nosso blog.

Estou aqui pra dizer que Jesus te ama, e Ele, somente Ele dá e dará conta de tudo em sua vida, todas suas pelejas, todos os tormentos, e também te ajudará a suportar toda avalanche da alegrias!! Sim, afinal de contas viver com Cristo Jesus é também viver alegrias e gratidão TODOS OS DIAS!!!

forte abrasssssssss e semana de vitórias pra vc!!
Familia sobre as Águas.

Sexta-feira, 31 de Outubro de 2008

Falando do que temos vivido em missões...

Estivemos recentemente representando o Ministério de Missões da Igreja Sal da Terra (bairro Karaíba) na "3ª Conferência Missionária Igreja Sal da Terra - B. Brasil".


Foi um tempo de compartilhar tudo que temos vivido aqui na Igreja do bairro Karaíba, das ações que Deus tem nos direcionado a implementar e de como tem sido este mover.

Pudemos falar e trocar informações sobre como tem sido os "Debates Missionários" e sua dinâmica, como ele tem movimentado a igreja como um todo e de que forma esses debates, que acontecem mensalmente, tem nos ajudado a conhecer mais de missões e em como ser um missionário mais ativo.

Pudemos também compartilhar de um curso do qual participamos recentemente na Igreja Assembléia de Deus, curso este voltado também para missões.

Falamos brevemente também de como tem sido o "Projeto Paraguai", uma viagem missionária, nos moldes da EUROMISSION que acontecerá em Dezembro deste ano (2008) com cerca de 25 jovens de nossas congregações, totalizando cerca de 30 participantes (somando jovens e adultos). Esta será uma viagem missionária evangelísticas com o intuito de alcançar e animar as vidas daquele país.

A espinha dorsal de nossa apresentação foi: coloque os pés nas águas, parta para a prática de ações que Deus já tem colocado em seu coração.

Não temas, não pense nas impossibilidades, mas sim nas possibilidades de tudo que Ele já reservou pra vc e sua família no sentido de abençoar outras vidas.

é isso ai.
no amor do Pai,
Paulo e Fernanda.